sexta-feira, 22 de setembro de 2006
peroba neles!
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
"the dark of the matinee is mine!..."

(Kapranos e platéia - www.estadao.com.br)
E não é papo de fã desmiolado da banda não. O Franz Ferdinand faz um tipo de show raro que poderíamos chamar de a essência do que uma apresentação de boa música pop deve ser. Ao mesmo tempo, não se propõe a revolucionar o mundo, mas também não deixa nem aceita que a música seja algo puramente descartável e pra diversão instantânea.
Eu sempre visualizei a banda como uma mistura sofisticada e explosiva do melhor do "crooner pop" Elvis Presley com a criatividade e descontração dos Beatles. Aliás, uma das minhas músicas favoritas deles, You´re the reason i´m leaving, parece uma junção perfeita desses dois ícones do rock and roll. Pena que não tocaram no show em SP.
Mas em resumo, eu lembro muita pouca coisa da apresentação em si. Como todos lá, estava sensivelmente extasiado e sem muito raciocínio lógico. Lembro dos cabelos da minha amiga Cris "lutando" contra a força da gravidade num vai e vem frenético de pulos dançantes na minha frente. Do Kapranos esguelando lá no telão os refrões de pérolas como The Dark of The Matinee, Michael, Outsiders, This Fire.. essas, na minha opinião, as melhores performances da noite.
A verdade é que celebrações como essa são de tal forma empaticamente bombásticas que fica difícil você fazer uma "análise". E eu também não apareci aqui hoje pra isso. A postagem é única e exclusivamente pra deixar registrado que o Franz Ferdinand é uma puta banda, e que eventos como esse tem uma singularidade que nos deixam eternamente agradecidos. Seja pela música, pelos amigos, ou pela junção mágica das duas coisas.
sábado, 9 de setembro de 2006
"Lime and limpid green the second scene..."
Hoje a noite assisti a um show cover muito bom. Na verdade a banda que fez a performance não é uma banda cover, mas fez um excelente show cover. O pessoal do Violeta de Outono (foto ao lado) tocou num tributo ao guitarrista Syd Barrett, do Pink Floyd, dentro de um festival chamado "Poeira Zine Fest" (na verdade são três shows, não sei se isso chega a ser um festival).Eu fui na fé de que seria um show "na faixa", mas cheguei no local e descobri que teria que desembolsar R$10,00. Fiquei um tempo refletindo sobre a indagação "será que vale a pena?". Nunca tinha escutado essa banda antes, muito menos fazendo cover. Mas valeu, e muito.
Eu arriscaria dizer que foi o investimento de 10 pilas mais "rentável" que eu já fiz na minha vida. O show valeu os 10 e ainda sobrou. Fizeram uma apresentação extremamente fidedigna pra nenhum "floydmaníaco" botar defeito. Sem falar que o ambiente (local do show) dava um clima a parte, com a banda fazendo o show num mini-teatro que era meio como um "buraco" onde a platéia podia ver de cima. "Nerds" e afins se ajeitaram e curtiram 1 hora e 40 e poucos minutos de um rock and roll de altíssima qualidade.
Eles abriram com uma performance matadora de Astronomy Domine. Tocaram o clássico The Piper at the Gates of Dawn de cabo a rabo. Conseguiram recriar aquele climão art-rock psicodélico com competência. Foram seguindo com várias canções da carreira solo do nosso amigo Syd aí do lado e mantendo o nível. A versão para Terrapin ficou muito boa. Mandaram ver também em Octopus (uma das minhas favoritas) e Baby Lemonade (excelente). Só senti falta de Apples and Oranges e Dominoes. Em compensação, eles tocaram algumas que eu não conhecia e que já serão alvo de uma pesquisa bem detalhada para trazê-las ao meu acervo.sexta-feira, 8 de setembro de 2006
pensamentos no café da manhã
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
"Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás"
sexta-feira, 25 de agosto de 2006
uni-duni-tê..
Bom, as eleições estão aí. Em pouco mais de um mês iremos mais uma vez escolher (ainda bem) os nossos queridos representantes políticos.(foto: Luiz Carlos Murauskas)
quarta-feira, 23 de agosto de 2006
empty spaces dicas: "David Gilmour" (1978)
A postagem de hoje serve pra abrir uma série com sugestões, indicações, dicas de coisas que o editor desse humilde blog aprecia e que eventualmente serão expostas aqui para serem compartilhadas.
Bom, recentemente o guitarrista da banda Pink Floyd (esse sujeito aí decima) lançou um álbum solo chamado On an Island. O disco é interessante pra quem aprecia e é fã da sonoridade da citada banda, mas também é bem chatinho. Só não digo que é ruim mesmo porque tem algumas coisas interessantes ali no meio. No geral porém, o álbum é bem limitado.
Ao contrário, esse álbum da capa exposta logo acima é muito bom. Produto do mesmo guitarrista, foi lançado em 1978 no início do fim dos melhores tempos da banda londrina. É um disco bem simples, com músicas diretas, básicas, levemente melancólicas e melodiosas. Não traz nada de inovador (mesmo pra época), mas é delicioso de se escutar. Calcado no blues e num rock bem tradicional, é daqueles Cds que vc bota na vitrola e deixa rolar por inteiro, sem cansar.
Havia um bom tempo que ele estava escondido lá na minha coleção de CDs. Esses dias, "redescobri" o nosso amigo e voltei a escutá-lo vorazmente. Recomendo para tudo e para todos. Uma audição de qualidade, na minha modesta opinião. Não há nada mais aconchegante do que "conversar" com a guitarra melancólica e revoltada de "No way" a altas horas da noite.
Set List:
MIHALIS (David Gilmour) 5:48
THERE'S NO WAY OUT OF HERE (Ken Baker) 5:10
CRY FROM THE STREET (David Gilmour/Eric Stuart) 5:13
SO FAR AWAY (David Gilmour) 5:50
SHORT AND SWEET (David Gilmour/Roy Harper) 5:26
RAISE MY RENT (David Gilmour) 5:32
NO WAY (David Gilmour) 5:32
IT'S DEAFINITELY (David Gilmour) 4:27
I CAN'T BREATHE ANYMORE (David Gilmour) 3:08
* para uma compreensão mais completa da postagem clique no link seguinte : "deglutindo Gilmour".
terça-feira, 22 de agosto de 2006
mother nature´s son (3)









