quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Sleepy feeling

De volta ao blog dos sonhos, depois de um razoável hiato. Culpa da dificuldade em lembrar-me das minhas pobres interpéries oníricas.


Capítulo de hoje: o tetraplégico.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

boiando na reserva de bom senso (ou pitacos sobre a dita crise econômica mundial) - continuação: "only the strong are survivors"

"Bolsas disparam com socorro de US$ 2,5 tri."

"Governos anunciam ajuda maciça e mercados recuperam parte das perdas; Bovespa sobe 14,6% e Dow Jones, 11%."

"As Bolsas mundiais emergiram da profunda fossa em que mergulharam na sexta para uma exuberante euforia, com subidas tão espetaculares como haviam sido as quedas na semana passada. Numa óbvia conseqüência dos pacotes de ajuda ao setor financeiro, Nova York registrou o maior crescimento em pontos da história. Houve altas acima de 10% na Europa e na Bovespa."

fonte: Folha de SP; nesta terça.

Eu estava pensando aqui, tentando achar uma metáfora. E cheguei à seguinte conclusão: esse tal de "mercado", uma idéia abstrata que vai muito além do próprio conceito de mercado, parece, age, e vive tal qual uma criança mimada de 5 anos com um pirulito na mão. Se você tira o doce, ela abri a boca e começa a chorar desesperadamente. Aí você enfia de volta na boca do pirralho, e tudo volta a ser um "mar de rosas".
Resumindo: o "olho do furacão" do nosso sistema econômico funciona com o raciocínio instintivo de um ser humano de 5 anos. Whatta fuck is that? That´s capitalism, baby.

Bom, vamos lá. Todos juntos com o professor PHD. Sir Paul McCartney:



Se o homem não ganha o Nobel de Economia, pelo menos leva o Nobel Honorífico Vitalício da Música Pop.

Just have fun about it is the best medicine.

sábado, 11 de outubro de 2008

boiando na reserva de bom senso (ou pitacos sobre a dita crise econômica mundial)

"As Bolsas de todo o mundo perderam US$ 6,2 trilhões, o equivalente a seis Brasis, só nesta semana."

"A Bolsa de NY teve a pior perda semanal da história, superior à da semana do 11 de Setembro: 18,15%."

"Tóquio recuou 9,62%, para o menor nível em 20 anos."

"Madri recuou 9,14%, maior queda de sua história."

Foram essas as notas de capa da Folha de São Paulo deste sábado. Algo bizarro, meio assustador. Porque de duas uma: ou o mundo as we know it está realmente acabando ou as pessoas - capitalistas - perderam o menor sentido de senso e racionalidade.

Há algo de errado em um sistema econômico que "evapora" U$ 6,2 trilhões em uma singela semana. Algo em torno de U$ 885 bilhões por dia (!). Sem querer ser chato (mas já sendo), é muuuuito dinheiro. Não tem lógica nisso. Ou pior, tem. Uma lógica com fundamentos que realmente nos dão sérios indícios de que a espécie humana pelo jeito está realmente nos últimos dias.

Reinterando: é assustador. Principalmente se levarmos em conta que o sistema inteiro opera no nível da burrice. Não aprendendo com os erros e os cometendo novamente. Filosofando: o neoliberalismo acabou? Que nada, mais algumas décadas e já teremos o neo-neoliberalismo pipocando por aí denovo (quanta novidade!) nas vozes do mais diversos "profetas" da economia política.

Eu não sou economista, nem intelectual, muito menos um político visionário, mas a minha reserva de bom senso é suficiente pra entender o quão trágica é a situação. Pra não dizer cômica. Porque não há outra saída a não ser rir disso tudo até que a água finalmente comece a molhar a nossa bunda. E ela vai, de um jeito ou de outro.

Pelo menos, como diria o já imortal Nelson Ned, tudo passa. E como não poderia deixar de ser, sem que a esmagadora maioria dos tupiniquins tenham consciência de que o barco passou e a merda ficou boiando na água.


obs: concordo que falar sobre esse assunto é um pé no saco dos nobres leitores, mas.. inevitável; não tinha como deixar isso passar em branco por aqui.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

"Dig Out Your Soul" (2008)


O álbum ainda está saindo do forno, mas já dá pra dar alguns pitacos.
Esse período de divulgação, em se tratando desta banda, é sempre uma diversão à parte. Os Gallagher começam a falar mais besteira do que o já alto nível usual e conseguem aparecer em tudo quanto é canto da mídia judaico-cristã-ocidental (e além; não podemos nos esquecer dos devotos fãs japas da banda), sem falar nos "arranca-rabos" que pipocam em todos os grupos de discussão e comunidade roqueiras espalhadas internet afora entre fãs "xiitas" da banda e o resto do mundo.
Sou um grande fã deles, mas não chego a ser um "xiita" (apesar de quase ter me tornado um). Aliás, tenho dificuldade em entender como bandas muito mais inventivas e novidadeiras no cenário rock and roll, como Radiohead por exemplo, não conseguem chamar tanta atenção como os moços (hoje "tios") de Manchester. Por falar nisso, esse é o grande "confronto de platéia" existente no universo dos fãs de música pop atualmente: Oasis X Radiohead. Algo como um PSDB X PT do mundinho "indie". E como na política, uma babaquice sem tamanho. Eu consigo apreciar as duas bandas com o mesmo gosto sem grandes problemas.
Bom, mas voltando ao que interessa, esse 7º álbum da banda está muito bom, figurando entre os melhores da discografia deles (montei um adendo com um "ranking bovino" em cima da dita cuja). Como era de se imaginar, não supera as duas obras diferenciais da banda (Definitely Maybe e [What´s The Story] Morning Glory?), porém fica acima de discos que não são ruins - mas que não "decolam" -, como Standing in the Shoulders of Giants e Heathen Chemistry ".
Ao contrário do antecessor e também bem cotado Don´t Believe the Truth, que ainda segue com fortes traços da "cartilha" mais ortodoxa e original do som da banda, esse trabalho é bem mais flexível e - dentro do padrão (conservador) Oasis - mais criativo. Aliás, o primeiro que dá uma certa entortada na "fórmula Oasis". Saindo um pouco daquele estilo "melodias-hino" e tateando com algo mais - no dizer do Noel - "grooveado". Talvez seja o resultado da crescente democracia dentro da banda, com o "faz-tudo" guitarrista abrindo cada vez mais espaço para os outros integrantes colaborarem no trabalho de composição (5 das 11 faixas foram compostas pelos demais membros - Liam com 3). Ou não, talvez Noel apenas tenha assumido de vez que virou "tio" e esteja encarando melhor o fato de que o "mundo supersonic" dele não existe mais.
E já que citamos o senhor Liam Gallagher, ele pra mim é um dos destaques desse álbum. Além de ter aparentemente colaborado mais que o habitual, produziu uma das melhores canções do disco: I´m Outta Time. Sem falar que deixou registrado um dos vocais mais equilibrados de toda a carreira da banda, e ainda virou o porta-voz na divulgação mundial do disco. Uma maturidade e serenidade surpreendentes pra um sujeito que até dias recentes mal e porcamente dava entrevistas e arranjava brigas (suficiente pra perder uns dentes) nos hotéis por onde passava.

Então vamos lá, faixa por faixa (focando no exame "espiritual-melódico"):

01 - Bag it Up: tirando Rock and Roll Star, acho que é a 2ª melhor abertura de um álbum da banda, e é a 2ª melhor música do disco - uma espécie de Got to Get You into My life do começo do século XXI;

02- The Turning: The Who com The Doors, ficou muito bom isso - Noel num dos seus melhores momentos de "colagens sonoras", com o final homenageando Beatles (pra variar) - uma das minhas favoritas, pulsante;

03- Waiting for the Rapture: "viajando" na maionese, essa me lembra Paul McCartney solo nos melhores momentos (roqueiros), principalmente o vocal, quando escuto me vem Oh Woman Oh Why na cabeça, e dá pra achar The Doors e White Album ali também - boa canção;

04- The Shock of The Lightning: o "hino-single" do álbum e a 3ª melhor do plantel, puro e clássico "oasis way of music" - entre as minhas favoritas também (junto com o resto da torcida do Corinthians) - esse blog já postou o clipe aqui;

05- I´m Outta Time: essa aqui é 100% John Lennon que, segundo Liam, está encarnado nele - de qualquer maneira, talvez o melhor que ele já contribuiu pra banda até hoje;

06- (Get Off Your) High Horse Lady: muito boa, tem hora que lembra bastante The Verve; Noel nas "colagens" novamente, "chupinhando" Hi-Heel Sneakers - tem um pouco de Macca aqui também;

07- Falling Down: essa é um passeio pelo Revolver dos Beatles com um "q" de Pink Floyd, classuda, e marca o fim do melhor do disco - aliás, é a melhor do disco;

08- To Be Where There´s Life: cítaras indianas, o clima me lembra um pouco Who Feels Love - boa, mas já num nível mais baixo do que as 7 primeiras;

09- Ain´t Got Nothing´: na minha opinião é a mais fraca do disco, lembra de muito longe Mucky Fingers;

10- The Nature of Reality: gostei dessa, e não me perguntem de onde eu tirei isso mas me lembra uma mistura bizarra de riffs de guitarra do Blur com Pink Floyd (?);

11- Soldier On: numa linha parecida com a anterior, mas mais fraquinha - um final escroto pro álbum.

Em suma, recomendadíssimo. Inclusive pra aqueles que tem uma certa afinidade com o som da banda mas sempre viram o Oasis "certinho demais". O melhor desse álbum é isso, eles continuam na mesma toada mas com um rock and roll menos "redondinho". Adquirindo maturidade mas sem decair o nível. Uma evolução, com certeza.

ADENDO:

"Ranking Bovino" da discografia:

1) Filé-mignon: "Definitely Maybe" & "(What´s the Story) Morning Glory?";
2) Alcatra: "Don´t Believe the Truth" & "Dig Out Your Soul";
3) Patinho: "Be Here Now";
4) Músculo moído: " Standing on the Shoulders of Giants" & "Heathen Chemistry".

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

bolinando a urna

Todos preparados pra colocar o dedo lá? Bom, espero que sim.
Até anteontem estava sem candidato a vereador. E convenhamos que não existem muitas opções empolgantes pra esse cargo pra lá de subestimado no sistema político tupiniquim. Consegui encontrar alguns seres confiáveis e cheguei à minha escolha graças a uma das melhores iniciativas que já surgiram no âmbito da sociedade civil para a fiscalização da atividade política profissional: a ONG Transparência Brasil.
Relatórios estatísticos sobre assiduidade, quantidade de projetos propostos, aprovados, rejeitados, estão lá todos os dados que "desnudam" a atuação dos vereadores de Porto Alegre, do Rio, e de São Paulo. Além de muito material sobre a atuação dos nossos nobres congressistas de Brasília e um bacanudo "mapa de riscos de corrupção".
Link obrigatório nos favoritos de quem sabe da importância da consciência política pro exercício da cidadania. Fica a dica.
No mais, domingão estarei lá por debaixo das arcadas do Mosteiro de São Bento pra escolher os seres diferenciados que serão responsáveis pela administração, legislação e fiscalização da belíssima cidade que me acolheu por especiais três anos da minha existência. Não podia deixar passar a oportunidade, vou votar com tesão, estejam certos disso.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

empty spaces musas (8)


MARINA PERSON



sexta-feira, 26 de setembro de 2008

deglutindo Gilmour

("On an Island" - David Gilmour - 2006)

Eu precisava acertar as contas com o último petardo musical do "tiozão" Gilmour. Quando comentei aqui elogiando o primeiro disco solo do guitarrista do Pink Floyd, não falei muito bem do recém saído do forno (à época - 2006) "On an Island". Em suma, disse que o disco era chato. Um pé no saco.
Acredito que muita gente vá continuar concordando com o meu "eu de 2006", mas o meu eu atual mudou de opinião. Talvez a minha porção "tiozão" tenha aumentado, não sei. Só sei que estou respeitando cada vez mais esse trabalho dele. Junto com "Amused to Death", do "tio sarado" Roger Waters, os melhores álbuns solo de membros do Floyd, com certeza.
Sir David Gilmour foi uma espécie de Paul McCartney da clássica superbanda inglesa de rock psicodélico-espacial-pop-bluseiro-progressivo. Era o homem das melodias, que formatava o lado pop e desenhava o vocal das canções do grupo. Enfim, o cara que "mastigava" e "cuspia" pro público as canções na forma mais vendável possível.
Se já era notável esse "lado macca" do Gilmour nos discos "pasteurizados" (no bom e no mal sentido da metáfora) que ele lançou liderando o PF sem o parceiro Waters, com esse trabalho solo dele fica evidente.
Mas ao contrário dos dois últimos discos do PF, "On an Island" é um trabalho intimista, voltado pra dentro, solene (como os álbuns do Floyd) mas ao mesmo tempo despretencioso. Gosto de ouvi-lo em momento reflexivos, ou quando estou com aquela senhora enxaqueca. Pois bem, essa é uma boa definição, é um som "analgésico" e/ou inibriante. Aliás, a temática ou "conceito" de todo o trabalho gira em torno disso: um ar meio onírico, com letras sonhadoras, românticas, e ao mesmo tempo maduras, delineando o trajeto de um homem e sua "ilha existencial".
Interessante notar aqui o desenvolvimento do Gilmour no trabalho lírico (ou da esposa dele, parceira desde o "The Division Bell"), que sempre foi o forte do companheiro e ex-líder de banda Waters. É só comparar com os dois outros álbuns solos do guitarrista, e até mesmo com os do Floyd feito sob sua liderança pra perceber a melhora.
Eu destacaria no repertório a faixa-título, a "silenciosa" "The Blue", a "pesada" e floydiana "Take a Breath", a bluseira "This Heaven", e a sigela e romântica "Smile". A guitarra estérea durante todo o percurso é insubstituível e inconfundível. Não localizada em qualquer outra "quitanda roqueira". 
Pra quem curte ou tem simpatia pelo som do Pink Floyd é algo quase obrigatório, pelo menos algumas audições. E mesmo pra quem passa longe desses tipos de "viajens sonoras chatonildas" vale a curiosidade, nem que seja pra falar mal.
"Tio" David é legal. Apesar da careca, da barriga, da penca de filhos, da obscena conta bancária, o rock and roll ainda está lá. Escondidinho mas está.
Redimido e recomendado.

Setlist:

01- Castellorizon
02- On An Island 
03- The Blue 
04- Take a Breath 
05- Red Sky at Night 
06- This Heaven 
07- Then I Close My Eyes 
08- Smile 
09- A Pocketful of Stones 
10- Where We Start

p.s.: quem não tiver saco pra baixar o disco, recomendo uma olhadela nos vídeos dos shows da turnê no youtube; vale a pena.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Se a minha vida fosse um filme..

(a capa)

Descobri que essas "correntes blogueiras" chamam-se "memes" (?) - queria saber quem foi o nerd tosco que inventou essa alcunha.
Bom, mas vamos lá. Confesso que não tenho muita paciência pra essas coisas. Porém, como já fiz uma e essa outra é sobre música (assunto que eu sempre gosto, seja lá qual for a forma que ele surja), repassada pela "blog buddy" Fabiana, resolvi encarar.
A questão é: sua vida vai virar um filme musical, ou melhor, uma ópera-rock cinematográfica (fica mais legal assim). Algo tipo The Wall ou Tommy. Aí você tem que criar uma trilha sonora pra dita película. Sob uma condição - não pode haver pré-escolha. A seleção deve ser feita de forma aleatória em cima do gosto musical pessoal.

Então, eu ativei a biblioteca do meu Last.fm (que dispara tudo de forma randômica) e a coisa ficou assim:

Ato 1 - Créditos iniciais: "Whatever Get You Thru The Night" (John Lennon)

Bom começo de filme. A música é agitada, bem-humorada e descontraída. Poderíamos até visualizar uma primeira cena a la Saturday Night Fever.

Ato 2 - Acordando: "This Never Happened Before" (Paul McCartney)

Não combina. Quer dizer, a não ser que esteja acordando depois de uma "noite de amor" com uma bela de uma "brochada". Aí cai como uma luva.

Ato 3 - Primeiro dia de aula: "Karma Police" (Radiohead)

Até imaginei a cena da minha professora do primário me apresentando à classe no meio do ano depois de mais uma mudança de cidade. Encaixe total.

Ato 4 - Se apaixonando: "The Bravery of Being Out of Range" (Roger Waters)

Nada a ver. A menos que eu seja o Tom Cruise, e estejamos em uma cena de Top Gun. Apaixonar-se ao som de um petardo da carreira solo do Waters é dose.

Ato 5 - Música da briga: "Never Let Me Down" (David Bowie)

Never let me down
She never let me down..


Só se estivermos falando da "outra". Não combinou muito não, mas..

Ato 6 - Terminando tudo: "The Scientist" (Coldplay)

Perfeito.

Ato 7 - Aproveitando a vida: "Brand New Cadillac" (The Clash)

U-hu! É nóis!
E ainda ganhei um Cadillac. :P

Ato 8 - Formatura: "Lookout Joe" (Neil Young)

Quem é Joe? Nosso paranínfo?

Ato 9 - Caindo aos pedaços: "Lyla" (Oasis)

"Lyla" na festa de formatura, bêbado e caindo aos pedaços?! :D

Ato 10 - Dirigindo: "A Heart in New York" (Simon & Garfunkel)

Dirigindo em NY.. viagem de formatura? Dá pra visualizar. A câmera vindo de longe e aproximando do carro passando sobre a ponte do Brooklyn. Tô gostando disso.

Ato 11 - Flashback: "Untamed Girls" (The Raveonettes)

Um flashback diferente. "Garotas não domesticadas". Gostei.

Ato 12 - Reatando o namoro: "The Finish Line" (Snow Patrol)

I feel like I am watching everything from space
And in a minute I'll hear my name and I'll wake
I think the finish line's a good place we could start
Take a deep breath, take in all that you could want

Fico cada dia mais espantado com a beleza das músicas do Snow Patrol. E eu nem dava muita bola pros discos deles que eu tenho aqui. Essa é biscoito fino, e cabe certinho na cena.

Ato 13 - Casamento: "Linger" (The Cranberries)

But I'm in so deep. You know I'm such a fool for you.
You got me wrapped around your finger, ah, ha, ha.
Do you have to let it linger? Do you have to, do you have to,
Do you have to let it linger?

Ficou sinistra essa música aqui. Mas eu não quero casar, nem em filme. Vade-retro.

Ato 14 - A véspera da Guerra: "Blizzard of 77" (Nada Surf)

But in the middle of the night I worry
It's blurry even without light..

Hummmm. Interessante.

Ato 15 - Batalha Final: "A Rosa de Hiroshima" (Secos & Molhados)

Ficou chique isso. Uma batalha nuclear. Tudo em câmera lenta.

Ato 16 - Momento de Triunfo: "Jeez Louise" (Grandaddy)

"Jeez Louise", A common expression used to express frustration or a feeling of malcontent. One of several 'polite' ways to swear, more common in the Midwestern United States. (Wikipedia)

Anormal esse momento de triunfo.

Ato 17 - Cena da morte: "Flying", cover dos Beatles (Secret Machines)

Cool.

Ato 18 - Créditos Finais: "Beware! Criminal" (Incubus)

Gostei do desfecho. Ideal pra um assassino.
E quem diria que eu iria acabar assim nessa "ópera cinematográfica".

Achei legal a brincadeira. Consegui até fabricar um "roteiro virtual" dentro da minha cabeça. Tirando uma ou outra, as canções encaixaram-se bem nas hipotéticas cenas. E convenhamos que não é qualquer filme que tem o privilégio de começar com Lennon e McCartney.
É isso aí. Em breve nos melhores cinemas.