domingo, 11 de janeiro de 2009

pequenos grandes momentos da música pop



30 de julho de 1968.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Lego e a civilização (em 3 minutos)


Weltraffer from Jesus Diaz on Vimeo.
via Marcelo Tas.

"Chupinhando" e reverberando esse videozinho que eu achei enquanto navegava no Blog do TAS. Começo de ano é uma época boa pra recapitulações, reflexões sobre o que passou, o que foi feito, vivenciado. E por que não esticar um pouco mais na linha do tempo, voltando não só à nossa infância, como para lembranças um pouco mais primordiais?

Nota 1: gostei dos legos no Muro de Berlim;
Nota 2: eu na verdade não tinha Lego, tinha que me contentar com Playmobil mesmo.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

ano novo no jardim


Começando o ano no jardim fantástico da Dona Olga. Onde habitam sapos roncadores invisíveis (os quais só a Dona Olga enxerga), borboletas psicodélicas, formigas artistas plásticas, uma floresta gigante de trevos de quatro folhas, e muitos bons fluidos.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Blur anunciando a reunião



E eu acho que finalmente consegui formatar os vídeos "widescreen" do youtube no blogspot/firefox.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

sobre o ser pontífice

Assim como a imensa maioria da "blogosfera" faz nessa época, vou tirar uma licença pra um "balanço" rápido do ano que se passou. Aproveitando que não tenho outro assunto interessante pra escrever por essas bandas.

2008 foi um ano totalmente improdutivo pra mim, se formos fazer uma análise a partir do âmbito estritamente pessoal e profissional. Minha carteira de trabalho passou totalmente em branco e, como não poderia deixar de ser em uma sociedade pós-moderna capitalista, minha auto-estima inevitavelmente acabou indo pras cucuias.

Consegui sobreviver metade do ano sozinho, aniquilando o que sobrou do último emprego, e a ajuda da família. Até que a corda estourou e eu tive que voltar pra casa. Aliás, as vezes eu penso sobre a opção que eu fiz, e se ela era realmente inevitável. Se a corda realmente havia estourado ou se foi apenas uma ilusão minha. Se eu não poderia ter tentado esticar um pouco mais.

De qualquer maneira, a mudança foi feita. E ficou uma certa sensação amarga de que eu retrocedi uns 3 anos na minha vida. Mas com o tempo eu percebi que era o caminho a ser seguido, considerando isso como retrocesso ou não. Materialmente falando, saí e voltei pra casa na mesma. Não deu nem pra esboçar pelo menos pagar o investimento da faculdade.

Por outro lado, se traçarmos o ano (e não só o último, mas esses três últimos anos) por uma perspectiva mais objetiva e interpessoal, o quadro se inverte. O que eu ganhei espiritualmente é incomensurável. Pessoas, lugares, perspectivas que vivenciei, não há dinheiro que pague isso. E há um outro aspecto pelo qual andei refletindo esses dias: a criação de "pontes". Percebi que a minha grande vitória nesse últimos anos foi ter tido a possibilidade de ajudar os outros e criar boas (e fortes) ligações, amizades, relacionamentos. Ser pontífice.

Não sei se isso é uma qualidade pessoal, se posso desenvolvê-la, mas talvez seja um sinal do rumo a seguir. Talvez seja a "chama" pessoal que eu precise aprimorar e direcionar pra buscar inclusive o rumo profissional. Talvez seja o óbvio que eu esteja negando, deixando o fingimento tomar conta.

A grande questão é que o relógio está correndo, e eu não posso mais ficar masturbando as possibilidades ad eternum.

Mas já chega, ponto final por hoje.

Com o desejo de boas festas a todos os nobres leitores, fiéis ou eventuais, desse espaço.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Lily e a relatividade da beleza

Lá estava eu navegando tranquilamente pela net quando uma amiga minha me intima no msn com essa foto:

(Festival de Cinema de Cannes; Lily tomando um banho de piscina)

Sabendo da minha "babação de ovo" por essa moça aí de cima, não perdeu muito tempo em detonar a dita, e tirar sarro da minha cara obviamente. "Olha, eu me olho no espelho e me sinto super feliz vendo essa foto, eu estou melhor que ela!", começou com algo assim. E terminou com um "aff.." quando eu disse que mesmo com a barriguinha e a celulite eu a achava deliciosamente sexy.

Não a consegui convencer de jeito nenhum que uma mulher nessas condições pode ser tão ou mais bela e gostosa do que aquele ser projetado pela mídia com photoshops, fotos bem tiradas, muita maquiagem, e um belo serviço de marketing.

Lily com a palavra: "Eu só tirei a parte de cima do biquíni. Não tenho vergonha do meu corpo". E eu concordo plenamente com ela. Aliás, é algo que eu insisto muito com a minha própria namorada. Antes de mais nada, a beleza é feita por nós mesmos, com o nosso espírito agindo sobre o nosso corpo. É engraçado como as pessoas esquecem fácil (ou mesmo nunca se lembraram) da importância da subjetividade quando falamos de beleza.

É lógico que não estou dizendo aqui que podemos transformar uma pessoa feia em um ser belíssimo só com a força do pensamento. Mas é óbvio que isso influi dentro dos nossos limites de beleza. Você pode ser um feinho muito mais feinho se acreditar nisso. E mostrar os seus eventuais traços físicos interessantes se antes de mais nada se dar conta de que você pode ser interessante.

Algo em que acredito: você pode objetivar a beleza, mas na essência ela é relativa, e gloriosamente subjetiva.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Sing The Changes



Macca em seu mais novo estilo "vovô fora de timing". Clipe do The Fireman, projeto musical paralelo do ex-beatle com o produtor Martin Glover, conhecido como Youth, na seara da música eletrônica. Aliás, comprem ou baixem o novo trabalho da dupla, Electric Arguments, recomendadíssimo. Um dos melhores e mais criativos trabalhos solo de Sir Paul McCartney.

E será que o homem aparece mesmo por aqui ano que vem? Na expectativa e já preparando psicologicamente a poupança bancária.

domingo, 7 de dezembro de 2008

again, again, and again


E vamos nós denovo, sem medo de ser feliz. Décimo sexto concurso em 4 anos. Desejem-me sorte. Vou precisar de toneladas.