sexta-feira, 19 de junho de 2009

L.I.M.P.E.

No ramo jurídico há um "macete" muito popular que ajuda a relembrar de forma quase instantânea uma matéria mais do que básica para qualquer concurso da área. Trata-se da famosa L.I.M.P.E. Abreviação formada com as siglas iniciais dos cinco princípios fundamentais do Direito Administrativo: Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade, e Eficiência.

Resumindo, e pra não bancar o chato aqui, a Administração Pública e seus agentes devem pautar suas condutas pela vinculação dos seus atos à lei (legalidade), agindo de forma a não favorecer "chegados" (impessoalidade), preservando a ética profissional (moralidade), com a divulgação oficial de seus atos (publicidade), e sempre buscando a melhoria do serviço prestado à população (eficiência).

Isso soa na cabeça da qualquer concurseiro como um mantra. Uma voz que sussurra quase que 24 horas por dia.

Aí você abre o jornal:

É de doer, e você lembra que os nobres senadores da nossa República conseguiram fulminar com todos os princípios do Direito Administrativo de uma tacada só e da forma mais vexatória possível.

Algumas páginas a frente:

Não sei até que ponto serve de alívio saber que o barco é grande e que carrega também os ditos "branquelos de olhos azuis" do nosso presidente.

E o bendito do L.I.M.P.E. aqui buzinando na minha cabeça. Não aguento tanta ironia.

domingo, 14 de junho de 2009

sobre o blog da Petrobrás

O assunto político da semana passada na blogosfera foi a polêmica sobre o recém lançado blog Fatos e Dados, da portentosa Petrobrás. Lá estava eu hoje de manhã, sentado na mesa da cozinha, com meu capuccino na mão esquerda, e a coluna de domingo do ombudsman da Folha na minha frente, ipsis litteris:

(...)

Ao longo da semana, a relação entre a Petrobras e o MBC foi deixada de lado (o que parece confirmar a sua pouca relevância) e o debate, injustificadamente histérico, se concentrou na criação do blog Fatos e Dados pela estatal.

A Petrobras e qualquer entidade ou cidadão têm o direito indiscutível de criar quantos blogs, sites, jornais ou publicações de qualquer espécie que quiserem. Se ela deseja tornar públicas todas as perguntas de jornalistas que receber, também não há nada que a impeça nem legal nem eticamente (em especial se deixar claro a quem se dirigir a ela que vai fazer isso).

Não faz sentido a Petrobras querer editar o conteúdo dos veículos de comunicação. Mas não há problema em ela tornar público material que seja cortado durante o processo de edição feito por esses veículos.

A reação de muitos jornalistas, veículos e entidades à iniciativa foi claramente despropositada. Se alguém pode sair prejudicado pela decisão de revelar as questões de jornalistas antes da publicação das reportagens a que se destinam é a própria empresa, como seu recuo nesse ponto deixou claro: se as pautas exclusivas deixam de ser exclusivas porque a fonte as revela ao público, o mais indicado para quem as produz é não ouvir essa fonte antes de publicar a reportagem.

(...)

Carlos Eduardo Lins da Silva, Ombudsman da Folha de SP. "Muito barulho por quase nada". Coluna de 14/06/2009.

Concordo com cada linha. Confesso que fiquei surpreso com a reação da mídia, digamos, tradicional. Ver jornalistas do naipe do Kennedy Alencar da Folha indagando coisas como "Deu a louca na petrobrás?" foi triste. Isso só constata a divisão cada vez mais clara que existe no jornalismo atual. Entre aqueles que viraram a página e estão no século XXI e aqueles outros que permaneceram lá atrás.

Acabou-se o monopólio da informação, e claro, da interpretação desta. Observar esses espasmos reacionários de parte da mídia só demonstra o quanto ainda tem gente agarrado a um modo arcaico de enxergar e fazer o jornalismo.

Aproveito para parabenizar os bravos editores (que eu acredito serem jornalistas) do blog da empresa e deixo transcrito a postagem feita por eles lá, em referência ao texto do ombudsman da Folha:

(...)

A Petrobras concorda plenamente com o Ombudsman quando ele diz que “Não faz sentido a Petrobras querer editar os Veículos de Comunicação”. Reiteramos que este nunca foi e nem nunca será nosso propósito. A Companhia concorda que houve, como o próprio profissional faz questão de nomear, “um debate injustificadamente histérico” sobre o tema. E este debate levou à interpretação equivocada de que o objetivo da Petrobras seria editar o noticiário e intimidar os profissionais de imprensa.

Mais uma vez reforçamos que:

- O blog Fatos e Dados não expõe reportagens em curso, e nem poderia, pois desconhece inteiramente o conteúdo das pautas, a linha de abordagem, a totalidade das informações apuradas pelo veículo, entrevistados, entre outros fatores que compõe uma matéria jornalística.

- O jornalista, quando procura a Companhia, apenas envia as perguntas, sem revelar os detalhes da reportagem em curso. Portanto , as informações publicadas no blog Fatos e Dados se restringem aos questionamentos direcionados à empresa e as respostas enviadas por ela aos jornalistas.

(...)

Blog Fatos e Dados: "Ombudsman da Folha e o blog da Petrobras" - 14/06/2009.

domingo, 7 de junho de 2009

momento ombudsman (6): pesquisa

Hoje no banho dominical matutino refletia sobre o fato de que este blog sofre do mesmo problema que o editor dele vem sofrendo nos últimos tempos: falta de rumo.

Pensando nisso, e inspirado na colega e amiga garota know-how, resolvi colocar no ar uma pesquisa entre os leitores habituais ou não tão habituais do espaço sobre qual tema ou assunto mais lhes apetece, e a partir daí tentar esboçar qual realmente seria uma pretensa "face" de Empty Spaces Chronicles.

Não se trata a princípio de traçar um "modelo de pauta" estrito que poderíamos seguir, mas a idéia é ter um feedback sobre o aspecto "sucesso de público" do blog. E a partir daí estabelecer alguns parâmetros.

A dita ficará ativa no topo da barra lateral de informações deste blog por uma semana, carregando a seguinte indagação: "na sua opinião, quais são os tópicos mais interessantes deste blog?"

Se você não está nessa página de gaiato e gosta de ler os textos publicados por aqui, deixe seu voto. E claro, se quiser, faça um comentário neste post sugerindo, criticando, dando seu pitaco.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Campinas, a cosmopolita?

O fato de eu estar frequentando um curso que fica do outro lado da cidade está me ajudando a percorrer com mais assiduidade as ruas centrais da cidade de Campinas. Desde que voltei pra "terra das andorinhas", em meados do ano passado, só agora comecei a explorar com mais propriedade o perímetro que vai do Largo do Rosário, passa pela Igreja da N. S. do Carmo e segue até as Arcadas do Pátio dos Leões (PUC). E claro, o sentindo perpendicular, pegando desde a Prefeitura e o Colégio Carlos Gomes até o velho e recém-redescoberto Mercado Municipal.

(finjam que o "A"zinho sou eu voltando do curso pra casa)

A cidade pulsa, humanisticamente falando, com mais intensidade nessa região. Coisa que 80%, 90% dos campineiros "clássicos" só conhece dando uma olhadela por cima do vidro escuro do carro. Pois bem, tenho percorrido diariamente o pedaço. Algo que eu não fazia desde, deixa ver, 2003, 2004? Saudosa época em que me sentava nas carteiras das salas de aula da gostosinha "PUC Central".

Contemos aí, no mínimo, cinco anos de ausência. Notei que muita coisa mudou nesse meio termo, e pra melhor. Não só pela descoberta de novos pontos, lojas, mufungos. O coração da cidade começa a mostrar sinais de algo que eu sempre senti falta por aqui, ainda mais depois de ter vivenciado três anos de terra da garoa: um certo "cheiro" de cosmopolitismo.

Não que Campinas já possa ser considerada uma metrópole cosmopolita. Ao meu ver, ainda é uma metrópole provinciana. Com todos os defeitos e qualidades que essa qualificação possa acarretar. É só nos atentarmos para o fato de que a cidade ainda vive cultural e exclusivamente em função de shopping centers, malls, e congêneres.

Mas como disse, parece que isso está mudando. Pelo menos um germe disso surge no centro da cidade. Um germe que vem pra acompanhar e ajudar o único bastião de cultura mais dispersa de Campinas: o distrito de Barão Geraldo.

Nas andanças encontrei uma leve porém notável proliferação de sebos e outras bibocas culturais. Assim como uma expansão e melhora dos pequenos cafés e alguns restaurantes. Tudo ainda extremamente tímido, mas presente.

Em que pese a existência de faculdades e colégios na região, lembro-me que há cinco, seis anos atrás o visual era outro. Havia agito, havia o "climão" universitário, mas sem propriamente um desenvolvimento cultural urbano que acompanhasse. Bom, posso estar exagerando. Fiquei muito tempo ausente, e qualquer pólis de porte que se preze não pára no tempo.

De qualquer maneira, do meu ponto de vista, das minhas sensações, o centro da cidade mudou. E talvez, exagerando denovo, mudou espiritualmente. Um germinal esboço de vibração cultural parece que está a caminho.

Como é típico do "modus operandi" campineiro, pode ser só mais uma das eventuais "ondas" de humanismo que assolam a cidade de tempos em tempos. Ou pode ser também só um mero devaneio dos meus neurônios. Bom, sei lá, só torço pra que seja realmente algo significativo e que venha pra ficar. Pois Campinas precisa disso.

Riqueza econômica essa cidade já tem de sobra, agora falta aquela vibração humanística que qualquer pessoa mais sensível identifica como um simples "cheiro" emocional que passeia pelo ar.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

domingo, 17 de maio de 2009

Oasis em São Paulo 09.05.2009

A pouco mais de três anos atrás eu escrevi um texto "apaixonado" sobre o show do Oasis no Credicard Hall, você pode lê-lo aqui. Dessa vez o meu coração não chegou a 200 batidas por minuto, como descrito lá, mas uma apresentação da banda de Manchester ainda me deixa com um sorriso bobo no rosto.

Talvez seja pelo fato de já não ser mais o debut, ou talvez sejam os anos a mais nas costas, mas foi inevitável assistir ao show com uma visão crítica mais apurada. Mesmo assim, achei essa apresentação melhor que a de 2006 (não vi as de 1998 e 2001; se alguém tiver visto todas, por favor dê o seu veredicto). A banda estava melhor, tecnicamente (talvez por influência do novo baterista) e no repertório.


Os grandes pontos negativos foram mais estruturais e da técnica de show do que da performance da banda. O povo da mesa de som do Oasis já não é dos melhores, e a acústica do Anhembi ajudou a piorar ainda mais as coisas. Som abafado, baixo, mal equalizado. Tudo bem que é rock and roll, mas o Oasis não é mais uma bandinha punk de pub inglês, mas sim uma banda de estádios. O bom senso tem que entrar aí. Pelo que eu notei essa é uma "marca" das apresentações ao vivo da banda no país, em 2006 não foi muito diferente.

Outra coisa que atrapalhou bastante também foi a chuva. Não a chuva em si, mas o momento em que ela desabou, durante o show de abertura da Cachorro Grande. Ao mesmo tempo que ofuscou a apresentação da banda gaúcha deixou o povo ensopado pra encarar os ventos frios gelados da noite de outono paulistana. Se ela tivesse vindo durante a apresentação dos Gallaghers a história seria outra, como foi no show de 2006 (o famoso e maravilhoso "dilúvio"). Bom, mas considerem esse parágrafo um resmungo de um sujeito que já está beirando os 30 e não é mais adepto do "topa tudo por Oasis".


Bom, mas vamos ao repertório:

1) Abriram com a já tradicional Fuckin' in the Bushes e emendaram com Rock and Roll Star. Adoro a última, mas poderiam ter começado com a maravilhosa Bag It Up não? Ô musiquinha subestimada essa. Pelo que eu tomei nota, eles não tocaram a preciosidade do Dig Out Your Soul em nenhum show da turnê! Fuck you Noel Gallagher! (pronto, adotei os modos de Manchester);

2) Seguiram-se Lyla (redonda), The Shock of The Lightning (muito boa ao vivo, com uma batida um pouco diferente), Cigarettes & Alcohol (sempre contagiante, um hino Oasis), The Meaning of Soul, To Be Where There´s Life (essa também ficou bem interessante ao vivo) e Waiting For The Rapture;

3) Um dos grandes momentos da noite pra mim veio com The Masterplan, música já classuda que ficou especialmente emocionante nessa apresentação; na seqüencia vieram Songbird (puro Beatles e sempre gostosa de se ouvir), Slide Away (outro grande e surpreendente momento), Morning Glory (manteve o pique da anterior levantando a galera), Ain't Got Nothin' (a mais fraca da noite e do repertório, na minha opinião);

4) Depois do ponto mais baixo da noite uma seqüencia de ótimas performances: The Importance Of Being Idle (música sempre deliciosa), I´m Outta Time (um dos lados do melhor momento da noite, Liam emulando John Lennon sem parecer ridículo; muito pelo contrário, perfeito), Wonderwall (o recinto todo uníssono, com femêas adolescentes uivando atrás de mim e acabando com meus tímpanos) e Supersonic (o maior hino do Oasis, sem dúvida; leva qualquer platéia da banda ao delírio, e o novo baterista contribuiu pro orgasmo roqueiro do momento);

5) Por fim veio o bis, com um set agradável, abrindo com a "queridinha" do Noel, Don´t Look Back in Anger (sempre enchendo o gogó da galera); logo após aparece o primeiro lado do citado melhor momento da noite pra mim com Falling Down (uma das minhas favoritas do último álbum e de todo o repertório da banda; inebriante e potente ao vivo), em seguida Champagne Supernova (caoticamente épica, e que mais uma vez mexeu com a galera); a apresentação termina com um cover beatle, na mais do que clássica I am The Walrus (Anhembi em uma só voz novamente).


Como dito, os grandes momentos da noite ficaram por conta de duas excelentes músicas do último trabalho da banda, uma do Liam e outra do Noel, cada um ao seu estilo. Isso as vezes me faz matutar se o DOYS seria uma espécie de Álbum Branco do Oasis, talvez já sinalizando uma possível nova fase ou o fim da banda. Sem falar no fato do Noel estar com um disco solo engatado e pronto pra bater asinhas sem o resto do grupo.


O melhor das apresentações do Oasis nem fica propriamente por um show magnífico ou impecácel (como foi o insuperável show do Radiohead que eu tive a oportunidade de presenciar esse ano na Chácara do Jóquei), mas sim pelo clima, pelas pessoas, por aquela legião peculiar de fãs que são tão ou mais fiéis que a torcida do Corinthians. Uma irmandade rara de se ver no universo pop/rock: o fã do Oasis (o original) é ao mesmo tempo um sujeito irascível e sensível, que bate no peito e advoga pra um certo rock autêntico, simples, direto e que celebrava a vida com uma certa e necessária melancolia a tiracolo.

É bonito de se ver, e eu me incluo no meio deles.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

completando

Reverberando a brincadeira da minha amiga moça know-how. Um pouco de descontração.

COMPLETE:

- Eu tenho: miopia.
- Eu desejo: conhecer as ruas de Londres e as paisagens da Galécia (sic).
- Eu odeio: Ivete Sangalo.
- Eu escuto: ultimamente, muito Paul Weller.
- Eu tenho medo de: descrença na razão.
- Eu não estou: trabalhando (tecnicamente falando).
- Eu estou: um pouco irritado com a greve de ônibus local, pois eu preciso deles.
- Eu perco: cabelo.
- Eu preciso: sair de um certo aprisionamento existencial.
- Me dói: o pescoço (passei o final de semana com a mochila nas costas).

SIM OU NÃO?

- Tem um diário? não; quer dizer, tenho esse meu blog pessoal, o que não deixa de ser algo parecido.
- Gosta de cozinhar? depende do dia e do humor.
- Gosta de tempestades? sim, principalmente as daqui de Campinas nos finais de tarde.
- Há algum segredo que você não tenha contado à ninguém? não estou lembrando agora de algo importante, mas com certeza devo ter.
- Acredita no amor? eu prefiro dizer que sinto.
- Toma banho todos os dias? sim.
- Quer casar? acho que não, não é pra mim.
- Quer ter filhos? uma possibilidade, ainda tenho dúvidas pesadas.

QUAL É?

- A frase que mais usa no MSN: não costumo usar, as vezes uma letra de música interessante.
- Sua banda favorita: John, Paul, George, e Ringo.
- Seu maior desejo: nunca perder um certo e necessário "tesão existencial".
- 3 Lugares estranhos em que você transaria: num castelo medieval, com a puffy shirt do Seinfeld; em cima de uma mesa de bilhar; junto à janela de algum arranha-céu.

OUTRAS PERGUNTAS

- Signo: câncer.
- Cor dos olhos: castanhos.
- Número favorito: 11.
- Dia favorito: acho que não tenho um.
- Mês favorito: os que abocanham o outono.
- Estação do ano favorita: outono.
- Café ou chá? vou nos dois, mas o vício é por café.

VOCÊ:

- Tem problemas de auto estima: sim, principalmente quando estou confortável e perto da família (isso merece uma boa análise).
- Abriria mão de ficar com alguém muito gato por respeito ao próximo: depende, temos que analisar o caso concreto, como todo bom advogado.
- Iria a uma micareta: na, na, ni, na, não.
- Cuidaria de amigos bêbados: sim, e já cuidei.
- Dá toko sem problema nenhum: seria no sentindo de "dar um pé na bunda"? teríamos que analisar as circunstâncias, mas em princípio sim, se esse for o caminho.

NAS ÚLTIMAS 24HS VOCÊ:

- Chorou? não.
- Ajudou alguém? que eu me lembre não.
- Ficou doente? não.
- Foi ao cinema? não.
- Disse “te amo”? não.
- Escreveu uma carta? não.
- Falou com alguém? sim, várias pessoas.
- Teve uma conversa séria? não.
- Perdeu alguém? não.
- Abraçou alguém? sim, alguns.
- Brigou com algum parente? não.
- Brigou com algum amigo? não.

ALGUMA VEZ VOCÊ PODERIA:

- Beijar alguém do mesmo sexo? não.
- Fazer sexo com alguém do mesmo sexo? não.
- Saltar de pára-quedas? possível.
- Cantar em um karaokê? provável, mas depois de muito reflexão (e pressão de amigos).
- Ser vegetariano? pode ser, lá no quarto final de vida; mas a idéia é ir comendo menos carne (e comida em geral) com o passar da idade, como prega o bom senso.
- Se embebedar? sim, mas de forma cada vez mais rarefeita.
- Roubar uma loja? em estado de necessidade, sim; ainda não descobri qualquer sinal de cleptomania em mim.
- Se maquiar em público? bom, se me contratarem como palhaço um dia.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

musas (11)


MARILYN MONROE